Isso não é apenas uma resenha, isso não é apenas a minha opinião. Pode ser os dois, ou não.
A menina que roubava livros, do Markus Zusak, não é apenas um livro. Há quem goste, que ache fraco ou simplesmente deteste, mas a questão é a seguinte: Na minha humilde opinião, é um dos melhores livros já publicados, se tratando, claro, de temas de Segunda Guerra Mundial.
Posso ser suspeita para falar sobre livros com este tema, mas não pude deixar de me apaixonar por ele. Um dos atrativos todos já devem saber, é narrado pela morte. Quem não irá se interessar por algo assim ao saber? Eu não consegui me segurar e logo embarquei nessa maravilhosa história de uma menina alemã, Liesel, e um homem judeu alemão, Max.
Para quem não sabe, Liesel, junto com seu irmão, foi adotada por uma família. No começo, ainda era receosa, principalmente com a mais nova mãe de boca suja, mas claro logo se acostumou com o novo lugar em que viveria. Mais tarde, seu pai, cumpriu sua dívida que deixou com um antigo amigo, abrigando um judeu em seu porão...
O resto... Bom, só lendo para saber.
A questão é... Conseguimos sentir a amizade que vai se formando, o amor de uma família, não importando as dificuldades que vão passar ou estão passando.
Quando a morte terminar de contar essa história é que você vai conseguir parar de ler. Se não conseguir... Bom... Leia tudo de novo, quantas vezes forem necessárias para conseguir guardar esse maravilhoso livro de volta em sua estante.
Afinal, ler nunca é demais.
Blog criado com o intuito de falar sobre literatura, sem se manter dentro da caixa e explorar diversos mundos e gêneros literários, sem preconceitos.
Pensando Alto
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler
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